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quinta-feira, abril 3, 2025

Brasilia hoje: os senadores protestam uma cota de 20% para mulheres e votação salarial em um novo código eleitoral

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Brasilia hoje: os senadores protestam uma cota de 20% para mulheres e votação salarial em um novo código eleitoral

O CCJ do Senado (Comitê de Constituição e Justiça) adiou a leitura do relatório do Projeto de Reforma do Código Eleitoral e decidiu fazer três audiências públicas, tendo em vista a queixa do banco das mulheres contra a reserva de 20% da legislatura para as vagas das mulheres.

A regra foi incluída pelo relator, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), substituindo o dispositivo que previu pelo menos 30% “de aplicações para cada sexo nas eleições para casas legislativas”. Castro apresentou cinco versões diferentes do relatório, a primeira delas em março do ano passado.

Parte dos senadores teme que, ao estabelecer uma porcentagem de vagas para as mulheres na legislatura, o texto crie um teto de participação, em vez de um piso. A preocupação é ainda maior porque não é apenas para as cadeiras do Congresso, mas também para as assembléias legislativas e os conselheiros dos conselheiros.

“A cota de pelo menos 30% das candidatas em cada partido não pode deixar de existir. Nem podemos permitir que o escândalo reduza os valores do fundo do partido garantidos para incluir mulheres e negros nas candidaturas”, diz o senador Zenaide Maia (PSD-RN).

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O novo código eleitoral, como foi chamado, tem o objetivo formal de modernizar e simplificar as regras eleitorais, mas traz vários pontos que enfraquecem a supervisão e a punição a partidos e candidatos ao uso indevido de fundos públicos.

Entre outros pontos, hoje a proposta, com 898 artigos, também lida com o período de inelegibilidade, um tema que retornou à agenda devido a demonstrações pró-mundos do novo prefeito, Hugo Motta (republicanos-PB) e aliados a Jair Bolsonaro (PL).

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